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Mostrando postagens com o rótulo Deusas
Perse:
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Celebração da antiga Deusa pré-helênica Perse ou Perseis , uma das oceânides, filha de Oceano e de Tétis. Chamada de "Portadora da Luz" ou "A Destruidora", ela era uma Deusa Lunar, esposa do Deus Hélio (o Sol), mãe da Deusas Pasifae e Circe. Provavelmente Perse originou o mito e o culto a Perséfone. Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa. São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.
Hathor:
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No Egito era celebrada a Deusa celeste Hathor , uma das Deusas mais veneradas no Egito Antigo, a padroeira das mulheres, do céu, do amor, da alegria, do vinho, da dança e da fertilidade. As mulheres solteiras oravam para ela para "enfeitiçar" seus espelhos de metal e para abençoar seus sistros (feitos em bronze, madeira ou faiança). Distribuidora do amor e da alegria, "Aquela que trazia a felicidade", muito celebrada em festas, fou nutriz do Deus Hórus e do faraó. Mas também era cultuada na necrópole de Tebas, pois acolhia os mortos e velava os túmulos. Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa. São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.
Chang-O:
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Comemoração do aniversário de Chang-O, a Deusa lunar chinesa, cuja luz ilumia a Terra, promove as marés e o crescimento vegetal, rege os ciclos biológicos femininos, abre a intuição e inspira a criatividade e visão. Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa. São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.
Ame No Uzume:
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Celebração da Deusa ancestral Ame No Uzume no Japão, com festivais que invocam seus atributos de longevidade, prosperidade, proteção e união familiar. Em alguns lugares ela era honrada como a padroeira dos videntes e médiuns psíquicos. Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa. São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.
Kalika:
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Celebração de Kalika, a Mãe dos Deuses, a Deusa Hindu dos nascimentos. No complexo panteão hindu, Kalika representa um aspecto de Durga e um atributo de Kali, sendo o equivalente de Ambika ou Amari De.Como manifestação da Grande Mãe, Amari De personifica a natureza, seu culto tendo sido preservado pelos ciganos, cultuada atualmente como Sara Kali. Transformada pela igreja cristã em Santa Sara, ela continua sendo para os ciganos a Mãe de seu povo. Devido à sua cor escura, Sara Kali é considerada a precursora das Virgens Negras europeias. Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa. São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.
Hel:
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Comemoração de Hel (Hela, Halja), a Deusa escandinava da morte e soberana de Helheim, o submundo nórdico, uma dos três filhos de Loki e Angerboda, a giganta. Seu corpo foi descrito como metade luz e metade escuridão, sendo meio jovem e meio velha. Hel foi banida por Odin para o mundo inferior, localizado nas profundezas do Niflheim, às margens do Rio Naströnd (equivalente ao Rio Aqueronte dos gregos) e foi feita a governante desse lugar. Odin lhe deu o domínio sobre os nove mundo dos mortos que compõem Helheim, onde a Deusa decide o destino de todas as pessoas que morreram de doenças e de velhice. Como agradecimento por fazê-la governante do submundo, Hel deu como presente a Odin dois corvos, Huginn e Muninn (Pensamento e Memória), que são os mensageiros entre os mundos. A personalidade de Hel difere dos Deuses do mundo inferior das demais mitologias: ela não é boa nem má, simplesmente justa, cuidando das almas à espera do seu renascimento. Hel aparecia prenun...
Acendimento do Fogo:
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Celebração egípcia do "Acendimento do Fogo", dedicando lamparinas acesas à Deusa Néftis e aos espíritos ancestrais. Néftis era uma Deusa da Lua e da noite, regente do céu noturno, do mundo subterrâneo, da água, do tempo e das aves de rapina. Filha da Deusa Nut, irmã de Ísis e esposa de Geb, ela era representada como uma Deusa abutre, personificando a escuridão e tudo o que a ela pertence. Neste dia, os templos eram iluminados com tochas e lamparinas, reverenciando Néftis como a Senhora dos mortos. Seu animal sagrado era o falcão, que cuidava da trajetória da alma no outro mundo. Néftis vivia no Leste, onde recebia o sol nascente como símbolo da esperança da ressureição. As pessoas lhe faziam oferendas de incensos aromáticos como a mirra, para que cuidasse dos seus familiares falecidos e levavam para os templos velas coloridas, cuja cor representasse os sues desejos. Para se conectar a essa poderosa Deusa, use s...