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Tauret:

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       Celebração da Deusa egípcia Tauret, Mãe Criadora, guardiã do céu e do submundo, protetora dos animais selvagens. Originariamente ela era uma Deusa do céu, morando na Constelação de Ursa Maior; com o passar do tempo suas atribuições passaram a incluir a proteção dos recém-nascidos e o transporte das almas para novos destinos. Tauret é representada como um hipopótamo, com seios pendentes, uma barriga volumosa e patas de leão. Em seu aspecto escuro, ela era "A Vingadora" dos crimes contra mulheres e crianças, e era descrita com cabeça de leão, corpo de hipopótamo, segurando um punhal e carregando um crocodilo nas costas. Fonte:  FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.

Reflexão + Ritual para aliviar sobrecarga e preocupação

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Gyhldeptis:

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  As tribos dos índios Haida, do Alaska, reverenciavam Gyhldeptis, a Senhora dos cabelos longos, uma Deusa benevolente da floresta que, se devidamente invocada, protegia os lenhadores e passantes. Os índios acreditavam que os musgos e líquens pendurados nos galhos dos cedros representavam os longos e fartos cabelos da Deusa. Gildéptis, cujo nome significa "dama do cabelo comprido", é a Deusa da floresta dos povos Tlingit e Haida do noroeste da América do Norte. Para seu povo ela era os ramos musguentos do cedro. Quando seu povo foi ameaçado pelo destrutivo redemoinho Kaegyihl Depgeesk, que engoliu os navios que navegavam no mar, ela convocou todas as forças naturais da costa, reunindo-as e preparando para elas uma festa suntuosa. Deliciadas com a festa, todas concordaram em trabalhar com ela. Assim, Gildéptis foi capaz de sintetizar suas energias e transformar o redemoinho num rio. Fontes:  FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a D...

Durga:

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Festival de Durga, em Bengali, na Índia. Conhecida como "A Vingadora" ou "A Inacessível", Durga aparecia com várias formas e diversos nomes. Essa Deusa tem um simbolismo complexo, representando a guerra justa, o combate ao mal, os princípios do amor e da sexualidade, a inteligência, a criatividade e o cicl da vida e da morte. Segundo a lenda, ela foi criada pela concentração de energia ígnea dos Deuses, que não conseguiam vencer a batalha contra as forças do mal. Apesar de ter sido criada pelos Deuses, Durga era mais forte que todos eles e conseguiu vencer a batalha, munida com várias armas, montada sobre um tigre feroz e matando o demônio do mal disfarçado em búfalo. Durga se apresenta de várias formas, tendo inúmeros nomes e atributos conforme seu lugar de culto. Ela era descrita como uma linda mulher, tendo quatro ou dez braços, que seguravam suas insígnias específicas. No festival, as pessoas vestidas de amarelo se reúnem no pôr do sol, acendem velas amarelas, v...

Ka-Blei-Jew-Lei-Hat:

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  Na Índia era celebrada a Deusa Ka-Blei-Jew-Lei-Hat, regente dos mercados e mercadores, que a honravam repousando neste dia. A ela eram pedidas bênçãos para conseguir emprego e desempenhar bem as atividades pessoais. Suas essências incluíam canela, cravo, gengibre, hortelã, laranja e pinheiro, que eram aspergidas nos locais de trabalho e nas moradias. Fonte: FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.

Nanda Devan:

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  Na Índia, Nanda Devan, celebração, para Nanda Devi, a Desua das montanhas que gerou o Monte e o Rio Ganges. Era honrada como a Deusa Abençoada, que matou um demônio disfarçado de búfalo (semelhante com o mto da Deusa Durga). Fonte: FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.

Festival de Ganesha:

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  Festival de Ganesha, na Índia, o Deus da prosperidade e da boa sorte. Filho de Shiva e Parvati, Ganesha tinha um corpo rechonchudo e cabeça de elefante. Era considerado o padroeiro da literatura, sendo invocado pelos estudantes, que lhe ofertavam frutas e bolos de arroz no início do ano escolar e às vésperas das provas. Fonte: FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.