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Osiris

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Ostara

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Perse:

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Celebração da antiga Deusa pré-helênica Perse ou Perseis , uma das oceânides, filha de Oceano e de Tétis. Chamada de "Portadora da Luz" ou "A Destruidora", ela era uma Deusa Lunar, esposa do Deus Hélio (o Sol), mãe da Deusas Pasifae e Circe. Provavelmente Perse originou o mito e o culto a Perséfone. Fonte: FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de  rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.

Mistérios Eleusínios:

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  Sexto dia dos Mistérios Eleusínios , com a preparação dos peregrinos para a iniciação, assimilando o significado do mito e o simbolismo de synthema , a senha recebida dos sacerdotes. Por ter sido extremamente bem guardado, o conhecimento verdadeiro dos segredos dos Mistérios desapareceu com a morte do último iniciado. Para a prosperidade, sobrou apenas o conhecimento exotérico e as deduções dos historiadores e antropólogos, baseadas nas inscrições e gravuras. A mais famosa inscrição resume, de forma enigmática, o que os iniciados faziam: "Eu jejuei, eu bebi o kykeon, eu peguei algo no cesto, eu coloquei algo de volta no cesto e depois passei do cesto paa o meu peito".  As explicações são repletas de diversas especulações e interpretações. A mais óbvia sugere que o kykeon era a bebida de cevada fermentada com ervas, o "retirar do cesto" referia-se aos objetos sagrados (uma esfera, um cone e um espelho), o "colocar de volta no cesto" designava as oferendas...

Thoth:

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  Comemoração com jejuns e orações para Thoth , o Deus da sabedoria e da magia no Egito. Thoth tinha características lunares (a cabeça de íbis, adornada com o disco lunar e a lua crescente) e era representado segurando a palheta do escriba. Ele gerou a si mesmo e foi o criador dos hieróglifos e dos números , sendo considerado o Senhor ds Livros e das Palavras Sagradas . Fonte: FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande Mãe: Guia prático de  rituais para celebrar a Deusa.  São Paulo, Editora Alfabeto, 2016.

Mistérios Eleusínios:

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  Agyrmos ou Pompe , o quinto dia dos Mistérios Eleusínios , com a reunião dos iniciados para começar a procissão, percorrendo a pé os trinta quilômetros que separam Atenas de Elêusis.  Eles vestiam roupas novas, eram coroados com guirlandas de murta e carregavam os bacchus , cajados feitos de galhos entrelaçados, símbolos da morte do velho e do nascimento do novo. Entoando cânticos, a procissão parava em certos lugares para deixar oferendas sob as figueiras sagradas - hiera syke - consagradas a Deméter. Na ponte sobre o rio Kefisos, os sacerdotes expunham publicamente os vícios e as verdades vergonhosas dos iniciantes, que deveriam ouvir com humildade e sem protestar. A intenção era expor o velho Eu para que ele morresse de vergonha e pudesse renascer. À noite, ao chegar a Elêusis, apesar do cansaço, os iniciados começavam as cerimônias à luz das tochas, honrando com danças e cânticos as Deusas Deméter e Perséfone.  Fonte:  FAUR, Mirella.  O Anuário da Grande M...

Feitiço para se desvencilhar de pessoas tóxicas

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